De repente me vem à cabeça Aznavour...: vos falo de um tempo que aqueles de menos de vinte aos podem não conhecer... Sim, la Boheme.
Tenho a pálida impressão que ninguém vai entender. Não gosto desses dias cinza, úmidos e frios.
Esse é um post meramente pessoal. Mais uma vez sei e sinto que há gente capaz para falar ou comentar os absurdos que acontecem a cada dia. Exceto o Chile, que não sai da cabeça. O Chile inteiro de hoje, inteira em todos os sentidos, político e material. A visão das cordilheiras...
Espero que o tempo mude logo...que venha o sol e o calor. Daí vai ser FOR ME, FORMIDABLE: tes eyes, ton nose, tes lips adorables.
Ninguém supera os franceses.
Au revoir
Monday, 1 March 2010
Friday, 12 February 2010
Rapidinha
Rápido e contundente: uma frase de Mario Quintana, extraída não sei de onde nem quando. Mas isso não a torna menos impactante:
"...O AMOR É UM BEIJO NO ESCURO..."
"...O AMOR É UM BEIJO NO ESCURO..."
Wednesday, 10 February 2010
GGEIZE
Primeiramente não sei se a moça é Geize ou Geise. Isso, agora, é o de menos.
Parabéns à ela que fez uma bela limonada do limão que caiu em seu colo desnudo; vai ser rainha/madrinha/sei-lá-o-que de bateria.
O que me consumia quando do furdunço nacional nas rádios e tevês sobre o "incidente" com a moça foi o país da bunda, o país em que o governo distribui camisinhas e as emissoras fazem closes ginecológicos por dias, o país de uma cidade (Rio de Janeiro) que tem bailes semanais onde as moças fazem danças sexuais (eróticas seria poético) sem calcinha.
A parte "boa" é o humorismo que é necessário ter para sobreviver a tudo isso. Daí vêm os caras do Pânico com uma moça obesa e o "mesmo" vestido da discórdia num suporto "reality show": pronto: temos a GGeize!
Parabéns à ela que fez uma bela limonada do limão que caiu em seu colo desnudo; vai ser rainha/madrinha/sei-lá-o-que de bateria.
O que me consumia quando do furdunço nacional nas rádios e tevês sobre o "incidente" com a moça foi o país da bunda, o país em que o governo distribui camisinhas e as emissoras fazem closes ginecológicos por dias, o país de uma cidade (Rio de Janeiro) que tem bailes semanais onde as moças fazem danças sexuais (eróticas seria poético) sem calcinha.
A parte "boa" é o humorismo que é necessário ter para sobreviver a tudo isso. Daí vêm os caras do Pânico com uma moça obesa e o "mesmo" vestido da discórdia num suporto "reality show": pronto: temos a GGeize!
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