Sambinelli, meu querido amigo, me ensinou muita coisa. A mais engraçada e publicável é a amizade íntima com Mestre Splinter. Sabe como é, ele vive no bueiro. E quando estávamos na fossa (olhei no dicionário...é com ss mesmo!) nos dizíamos ao telefone: hoje eu e Splinter batemos altos papos, tomamos váaarias.
Ele é muito gentil. É a versão trash do garçom do Reginaldo Rossi. Ele também cansou de escutar dezenas de casos de amor... Tenho a imagem na cabeça: nós dois - às vezes três - sentados lá, chafurdando na lama.
O mais difícil foi o Splinter acabar com todas as minhas esperanças de encontrar a "píula" da amnésia...
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